Pare de alugar o que você pode ter.
Boa parte do orçamento de software corporativo vai para licenças cobradas por usuário e para projetos de consultoria que reconstroem, a cada vez, a mesma fundação. Com o Dev Factory, seus times constroem com IA as aplicações de que a empresa precisa, sobre infraestrutura, identidade, segurança e esteira que já estão prontas.
Dois custos que crescem sem virar patrimônio.
O custo acompanha cada usuário novo.
Plataformas cobradas por usuário, por módulo ou por volume. Quanto mais a empresa adota, mais paga. O processo se adapta à ferramenta, e os dados ficam no ambiente do fornecedor.
Cada projeto paga de novo pela fundação.
Infraestrutura, autenticação, permissões, segurança, pipeline e documentação são refeitos a cada contrato. Quando o projeto termina, boa parte do conhecimento vai embora com ele.
O mesmo sistema, três modelos de custo.
- Licença de terceiroRápida para começar, cara para escalar: o custo cresce com a adoção e o produto continua sendo do fornecedor.
- Consultoria do zeroSob medida, mas cada projeto contrata de novo a mesma fundação.
- Dev FactorySob medida, sobre uma fundação pronta. O esforço vai para a regra de negócio, e o resultado é código do cliente.
Lado a lado.
| Critério | Licença de terceiro | Consultoria do zero | Dev Factory |
|---|---|---|---|
| Modelo de custo | Recorrente, por usuário, módulo ou volume | Por projeto, em horas de especialistas | Plataforma compartilhada por todas as aplicações; nuvem e IA medidos por projeto |
| Infraestrutura, identidade e segurança | Do fornecedor | Construídas a cada projeto | Prontas na plataforma e herdadas por toda aplicação |
| Aderência ao processo | O processo se adapta à ferramenta | Sob medida | Sob medida |
| Propriedade do código | Do fornecedor | Do cliente, após a entrega | Do cliente, no Git do cliente, desde o primeiro commit |
| Dados | No ambiente do fornecedor | Onde o projeto definir | Na conta AWS do cliente |
| Primeira versão | Rápida, se o processo cabe no produto | Meses entre especificação, fila e desenvolvimento | Dias a semanas, sobre a fundação pronta |
| Evolução | Roteiro do fornecedor | Novo contrato | O próprio time, com agentes de IA |
| Governança | Regras do fornecedor | Varia por projeto | Padrão da plataforma: RBAC, tags, custo e auditoria |
A parte cara já está pronta.
Em um projeto tradicional, a maior parte do esforço não é a regra de negócio. É a autenticação, as permissões, o banco, o armazenamento, o pipeline, a segurança e a documentação.
No Dev Factory, isso é feito uma vez, na plataforma, e herdado por todas as aplicações. Os agentes de IA trabalham sobre essa fundação, com o contexto e os padrões da organização. O time humano revisa, decide e aprova.
Desenvolver assim custa menos do que contratar consultoria para construir do zero, e o resultado é código do cliente, no Git do cliente.
A velocidade vem daquilo que deixa de precisar ser decidido projeto por projeto.
Sinais de que existe um caso.
- Licenças por usuário com uso parcial ou concentrado em um único fluxo.
- Ferramentas contratadas para resolver um único processo.
- Customizações caras sobre pacotes que não cabem no processo.
- Sistemas satélite em planilha em volta do ERP.
- Consultorias recorrentes para o mesmo tipo de aplicação.
- Renovações próximas, com espaço para decidir.
Números do seu caso, não promessas genéricas.
Cada caso começa com a linha de base do próprio cliente: custo de licença, horas de consultoria, tempo de fila. Durante os primeiros 90 dias, o resultado é medido em tempo, custo e qualidade.
O consumo de nuvem e de IA de cada aplicação aparece por projeto no Platform Admin, desde o primeiro dia.
Do requisito ao software. Em dias.
Agende uma sessão de trabalho com a sua TI e duas áreas de negócio: 2–3 casos e os primeiros 90 dias.