Plataforma · Administração

Governança que se vê. Custo que se explica.

O Platform Admin é o console de quem opera a plataforma. Quem acessa o quê, como o portfólio se organiza, quanto custa cada projeto, ambiente, pessoa e modelo de IA, e como estão as aplicações. Em um só lugar, com as regras da sua empresa.

RBAC Taxonomia de tags Custo por projeto e ambiente FinOps de IA Observabilidade de todos os projetos
Torre de controle

Seis painéis para operar a plataforma inteira.

Todas as telas exigem o papel de administrador da plataforma. A gestão do próprio RBAC nunca passa por modo de observação: ninguém concede a si mesmo um privilégio que não tem.

  1. Controle de acessoAdministradores da plataforma, catálogo de papéis e permissões por projeto.
  2. Taxonomia de tagsAs chaves que organizam o portfólio: rótulo, cor, ícone, ordem de navegação e valores sugeridos.
  3. Uso e custoCusto estimado por projeto e por ambiente, ao lado do que cada um provisionou.
  4. Consumo de IATokens por pessoa, projeto e modelo, convertidos em custo com os preços que o administrador mantém.
  5. ObservabilidadeTelemetria agregada de todos os projetos: sinais, erros e tipos de evento.
  6. ConfiguraçõesParâmetros da plataforma ajustados em tempo de execução, sem redeploy.
Controle de acesso

Cada pessoa alcança só o que pode.

Os papéis vivem em dois escopos: a plataforma e cada projeto. A identidade vem do provedor da empresa; a autorização, da plataforma.

PapelEscopoO que pode
AdministradorPlataformaConfigura a plataforma: papéis, taxonomia, preços de modelos e configurações.
OperadorPlataformaProvisiona e remove recursos, aprova solicitações e dispara scans de segurança.
OwnerProjetoTudo no projeto, inclusive a gestão de membros.
AdminProjetoAdministra o projeto e seus recursos.
EditorProjetoProvisiona recursos e lê e escreve dados.
ViewerProjetoSomente leitura.
Salvaguardas

Controles que não dependem de boa vontade.

  • Produção sob aprovação. Publicar em produção exige aprovação de administrador.
  • Remoção por solicitação. Com o controle ativado, o dono do projeto pede a remoção de um recurso e um operador aprova.
  • Sem autoconcessão. A gestão do RBAC sempre exige papel de administrador.
  • Sem bloqueio acidental. Administradores de bootstrap são definidos na configuração e não podem ser removidos pela API.
  • Degradação segura. Se a autoridade de permissões ficar indisponível, os administradores de bootstrap mantêm o acesso e todos os demais caem para o menor privilégio.
Taxonomia de tags

O portfólio organizado do jeito da empresa.

Tags definem como os projetos se agrupam: diretoria, área, sistema, criticidade, centro de custo. O administrador decide quais chaves existem. A hierarquia emerge do uso e vira filtro, visão salva e eixo de custo.

Chaves conhecidas

Rótulo, cor, ícone e valores sugeridos para cada chave. Quem cria um projeto escolhe em vez de inventar.

Ordem de navegação

A ordem das chaves define o caminho de drill-down na lista de projetos, da organização até o sistema.

Visões salvas

Recortes do portfólio salvos por pessoa ou publicados para toda a plataforma.

Tags também na AWS

Cada recurso provisionado recebe nomenclatura e tags padronizadas, a base da alocação de custo.

Uso e custo

Custo de nuvem por projeto e por ambiente.

Todo recurso nasce pelo control plane, com dono, projeto, ambiente e tags. Por isso o custo estimado aparece agregado por projeto e por ambiente, ao lado do que foi provisionado. Sem planilha de rateio.

Por que funciona

Um inventário, uma nomenclatura.

  • Nenhum recurso sem dono: provisionamento só pela plataforma.
  • Isolamento projeto × ambiente refletido no nome e nas tags.
  • Custo por ambiente: dev, qa e prod separados.
  • Base para showback por área, sistema ou centro de custo, via taxonomia.
FinOps de IA

Cada token tem dono.

Com agentes de codificação e aplicações com IA, o consumo de modelos cresce mais rápido do que qualquer outra linha da fatura de nuvem. O Dev Factory mede esse consumo desde o primeiro token.

Por pessoa

Consumo de cada desenvolvedor

Inclusive via agentes de codificação, por período e por modelo. O administrador vê exatamente o mesmo detalhamento que a própria pessoa vê no console.

Por projeto

Exato onde é exato

Aplicações usam perfis de inferência por projeto, com tag de alocação de custo: o consumo de cada aplicação é exato. Quando o consumo de uma pessoa é distribuído entre seus projetos, a tela indica que é estimativa.

Por modelo

Cada tipo de token, seu preço

Entrada, saída, escrita e leitura de cache, separados. Em agentes de codificação, a maior parte do volume é releitura de contexto em cache, que é a parte barata. Separar é o que torna o custo explicável.

Preços

Editáveis, sem redeploy

Preço por modelo em dólar por milhão de tokens (entrada, saída e cache) e câmbio USD→BRL, editados pelo administrador ou atualizados de uma fonte pública.

Caminho de acesso

Governado ou direto

Separa o consumo que passa pelo gateway da plataforma do acesso direto à conta, e detecta chaves de IA fora do padrão corporativo a partir do CloudTrail.

Cobertura

Todo chamador aparece

A medição agrega por identidade. Até quem consome modelos direto na conta, sem projeto na plataforma, fica visível.

Observabilidade

Todos os projetos, um painel.

A telemetria das aplicações é agregada na plataforma: sinais, erros, distribuição por tipo e visão por projeto. Por baixo, os serviços nativos de observabilidade da conta do cliente.

  • Logs e métricas no Amazon CloudWatch da conta do cliente.
  • Trilha de atividade da plataforma: quem criou, alterou e publicou o quê.
  • Release rastreável pelo digest da imagem publicada.
  • AWS CloudTrail para toda chamada à AWS.
  • Consumo dos scans de segurança atribuído ao projeto, no mesmo painel de IA.
Governança customizada

As regras são da sua empresa. A plataforma aplica.

No setup, as políticas da empresa viram configuração da plataforma. A partir daí, elas valem para todo projeto, sem depender de revisão manual.

  • Nomenclatura padronizada de recursos.
  • Tags obrigatórias e alocação de custo.
  • Isolamento de namespace, bucket, banco e chaves por projeto × ambiente.
  • Dev e QA separados de produção, em clusters distintos.
  • Aprovação para publicar em produção.
  • Políticas da landing zone do cliente.
  • Remoção por solicitação, com aprovação do operador.
  • Configurações dinâmicas, sem redeploy.

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