Governança que se vê. Custo que se explica.
O Platform Admin é o console de quem opera a plataforma. Quem acessa o quê, como o portfólio se organiza, quanto custa cada projeto, ambiente, pessoa e modelo de IA, e como estão as aplicações. Em um só lugar, com as regras da sua empresa.
Seis painéis para operar a plataforma inteira.
Todas as telas exigem o papel de administrador da plataforma. A gestão do próprio RBAC nunca passa por modo de observação: ninguém concede a si mesmo um privilégio que não tem.
- Controle de acessoAdministradores da plataforma, catálogo de papéis e permissões por projeto.
- Taxonomia de tagsAs chaves que organizam o portfólio: rótulo, cor, ícone, ordem de navegação e valores sugeridos.
- Uso e custoCusto estimado por projeto e por ambiente, ao lado do que cada um provisionou.
- Consumo de IATokens por pessoa, projeto e modelo, convertidos em custo com os preços que o administrador mantém.
- ObservabilidadeTelemetria agregada de todos os projetos: sinais, erros e tipos de evento.
- ConfiguraçõesParâmetros da plataforma ajustados em tempo de execução, sem redeploy.
Cada pessoa alcança só o que pode.
Os papéis vivem em dois escopos: a plataforma e cada projeto. A identidade vem do provedor da empresa; a autorização, da plataforma.
| Papel | Escopo | O que pode |
|---|---|---|
| Administrador | Plataforma | Configura a plataforma: papéis, taxonomia, preços de modelos e configurações. |
| Operador | Plataforma | Provisiona e remove recursos, aprova solicitações e dispara scans de segurança. |
| Owner | Projeto | Tudo no projeto, inclusive a gestão de membros. |
| Admin | Projeto | Administra o projeto e seus recursos. |
| Editor | Projeto | Provisiona recursos e lê e escreve dados. |
| Viewer | Projeto | Somente leitura. |
Controles que não dependem de boa vontade.
- Produção sob aprovação. Publicar em produção exige aprovação de administrador.
- Remoção por solicitação. Com o controle ativado, o dono do projeto pede a remoção de um recurso e um operador aprova.
- Sem autoconcessão. A gestão do RBAC sempre exige papel de administrador.
- Sem bloqueio acidental. Administradores de bootstrap são definidos na configuração e não podem ser removidos pela API.
- Degradação segura. Se a autoridade de permissões ficar indisponível, os administradores de bootstrap mantêm o acesso e todos os demais caem para o menor privilégio.
O portfólio organizado do jeito da empresa.
Tags definem como os projetos se agrupam: diretoria, área, sistema, criticidade, centro de custo. O administrador decide quais chaves existem. A hierarquia emerge do uso e vira filtro, visão salva e eixo de custo.
Chaves conhecidas
Rótulo, cor, ícone e valores sugeridos para cada chave. Quem cria um projeto escolhe em vez de inventar.
Ordem de navegação
A ordem das chaves define o caminho de drill-down na lista de projetos, da organização até o sistema.
Visões salvas
Recortes do portfólio salvos por pessoa ou publicados para toda a plataforma.
Tags também na AWS
Cada recurso provisionado recebe nomenclatura e tags padronizadas, a base da alocação de custo.
Custo de nuvem por projeto e por ambiente.
Todo recurso nasce pelo control plane, com dono, projeto, ambiente e tags. Por isso o custo estimado aparece agregado por projeto e por ambiente, ao lado do que foi provisionado. Sem planilha de rateio.
Um inventário, uma nomenclatura.
- Nenhum recurso sem dono: provisionamento só pela plataforma.
- Isolamento projeto × ambiente refletido no nome e nas tags.
- Custo por ambiente: dev, qa e prod separados.
- Base para showback por área, sistema ou centro de custo, via taxonomia.
Cada token tem dono.
Com agentes de codificação e aplicações com IA, o consumo de modelos cresce mais rápido do que qualquer outra linha da fatura de nuvem. O Dev Factory mede esse consumo desde o primeiro token.
Consumo de cada desenvolvedor
Inclusive via agentes de codificação, por período e por modelo. O administrador vê exatamente o mesmo detalhamento que a própria pessoa vê no console.
Exato onde é exato
Aplicações usam perfis de inferência por projeto, com tag de alocação de custo: o consumo de cada aplicação é exato. Quando o consumo de uma pessoa é distribuído entre seus projetos, a tela indica que é estimativa.
Cada tipo de token, seu preço
Entrada, saída, escrita e leitura de cache, separados. Em agentes de codificação, a maior parte do volume é releitura de contexto em cache, que é a parte barata. Separar é o que torna o custo explicável.
Editáveis, sem redeploy
Preço por modelo em dólar por milhão de tokens (entrada, saída e cache) e câmbio USD→BRL, editados pelo administrador ou atualizados de uma fonte pública.
Governado ou direto
Separa o consumo que passa pelo gateway da plataforma do acesso direto à conta, e detecta chaves de IA fora do padrão corporativo a partir do CloudTrail.
Todo chamador aparece
A medição agrega por identidade. Até quem consome modelos direto na conta, sem projeto na plataforma, fica visível.
Todos os projetos, um painel.
A telemetria das aplicações é agregada na plataforma: sinais, erros, distribuição por tipo e visão por projeto. Por baixo, os serviços nativos de observabilidade da conta do cliente.
- Logs e métricas no Amazon CloudWatch da conta do cliente.
- Trilha de atividade da plataforma: quem criou, alterou e publicou o quê.
- Release rastreável pelo digest da imagem publicada.
- AWS CloudTrail para toda chamada à AWS.
- Consumo dos scans de segurança atribuído ao projeto, no mesmo painel de IA.
As regras são da sua empresa. A plataforma aplica.
No setup, as políticas da empresa viram configuração da plataforma. A partir daí, elas valem para todo projeto, sem depender de revisão manual.
- Nomenclatura padronizada de recursos.
- Tags obrigatórias e alocação de custo.
- Isolamento de namespace, bucket, banco e chaves por projeto × ambiente.
- Dev e QA separados de produção, em clusters distintos.
- Aprovação para publicar em produção.
- Políticas da landing zone do cliente.
- Remoção por solicitação, com aprovação do operador.
- Configurações dinâmicas, sem redeploy.
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